Azulejista

Terreno Baldio

TERRENO BALDIO, 2003


Transcrição: em Belo Horizonte, um terreno baldio e um edifício motivam o deslocamento circular; o veículo cinemático da ação é uma bicicleta.

Premissa: a cidade é um organismo vivo, modifica-se ao passar dos olhos. o modernismo, contudo, apresenta uma outra forma de ver a mobilidade na cidade, seus fluxos, suas intensidades.

Tarefa: percorrer a cidade, pedalar pedalar, encontrar um terreno baldio, circundá-lo procurando seus limites. costurar parte da cidade, chegar à Praça da Liberdade, encontrar o Edifício Niemeyer, observar toda sua curvatura. desenhá-lo com o corpo e com a bicicleta, viver a cinemática das curvas, a nuvem que o tangencia, esquecer a brutalidade da cidade que cresce sobre o terreno baldio. fazer um video.

Realização:

Concepcão/ação / Cristina Ribas

Imagens / Cristina Ribas e Járed Domício

Edição / Luiz Pellizari e Cristina Ribas

Duração / 7 min

Formato / Hi-8/VHS

Trilha sonora / Egberto Gismonti, “Tributo a Wes Montgomery”

O video “Terreno Baldio” foi apresentado no Espaço Aberto do MIP – Mostra Internacional de Performance, em Belo Horizonte, 2003, organizado pelo CEIA.

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